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Quem busca um apartamento ou casa para viver em um condomínio quer praticidade, conforto e, principalmente, segurança. E garantir a segurança dos moradores de um condomínio não é tarefa fácil, devido ao grande número de pessoas que costuma circular por estes empreendimentos – além dos moradores, familiares, convidados, funcionários, entregadores. A segurança em um condomínio deve ter como premissa a proteção à vida, ao patrimônio e à privacidade.  Contudo, pelo número de pessoas envolvido e pelo amplo espaço físico ocupado por um condomínio, isso só se torna possível quando é adotado um sistema de segurança integrado. Ações pontuais acabam não surtindo o efeito desejado, pois não abarcam toda a complexidade envolvida no espaço em questão.

O mercado de sistemas integrado de segurança atesta a necessidade cada vez maior dos consumidores por esse tipo de solução em busca de tranquilidade e bem-estar. Em 2019, cerca de R$ 6,5 bilhões foram movimentados na área de tecnologia para segurança, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica (Abese). Neste ano, a perspectiva é de um crescimento de 10%, devido a novas tecnologias que surgem a todo o momento, facilitando a implantação de sistemas cada vez mais complexos e seguros, além da própria necessidade aumentada dos condôminos, que fizeram dos condomínios o seu mundo particular em tempos de pandemia e quarentena.

Condomínios precisam de soluções inteligentes, práticas e seguras para seus acessos, com planejamento, tecnologia e excelência na operação, para que falhas não comprometam o bem-estar e a tranquilidade de todos os públicos envolvidos. A inteligência em gestão de segurança planeja e executa um sistema integrado, observando todos os pontos vulneráveis, externos e internos, do condomínio, e busca as soluções adequadas para a prevenção de ocorrências e a ação efetiva e ponderada quando algo desagradável ocorrer.

Estudar o ambiente, elencar riscos, analisar toda a estrutura do condomínio e como nele as coisas acontecem e as pessoas circulam são os primeiros passos para o estabelecimento de um sistema integrado de segurança. A partir daí torna-se possível considerar as alternativas para mitigar vulnerabilidades e definir critérios e protocolos de monitoramento, além do plano de ação propriamente dito.  A tecnologia entra como aliada fundamental na instalação e na preservação da segurança de tudo e de todos. Da iluminação às barreiras físicas, passando por sistemas on-line, portaria 24h, portaria remota, controle de entrada e saída de veículos, câmeras de vigilância, acesso via senha, várias são as possibilidades tecnológicas que, integradas, levam à excelência na segurança condominial.

Vale lembrar que, junto à excelência tecnológica, o envolvimento humano deve ser levado em questão na hora da instalação de um sistema integrado de segurança. Moradores, colaboradores dos moradores e funcionários do condomínio são parte importante de todo o processo de segurança e devem estar devidamente informados e cientes sobre todo o sistema. Suas atitudes também integram e colaboram para a preservação do sistema de segurança do condomínio. Tudo vai funcionar plenamente se todas as áreas funcionarem de forma efetiva para uma segurança integral.